Não poucas vezes tenho feito perguntas acerca da razão, do verdadeiro sentido de se ir, de se está numa eucaristia. E ajudando a lembrar várias delas, eu acrescento que é importante se está ali também por causa do amor, por causa do Espírito Santo, por causa de Jesus.
Tem sido sim uma preocupação de toda a Igreja a evasão dos nossos fiéis, tem sido sim nossa preocupação quando um irmão, uma irmã nos deixa para está em outro seguimento religioso, tem sido sim motivo de alegria nosso, quando nos encontramos em multidões. Mas talvez temos nos perguntado pouco: Essa multidão é cristã? Essa multidão é humana? Essa multidão tem, carrega os pensamentos humanos de Cristo? Essa multidão tem consigo uma Igreja que lhe apresenta os pensamentos humanos, fraternos, simples de Cristo? Ou nossa multidão é só emoção, é só louvor, é só oração, mas pouco humana e pouco cristã?
Jesus não quer que nenhum filho ou filha odeie seu pai, sua mãe, seu irmão, sua irmã. Mas Jesus deseja que frente a uma escolha que temos que fazer entre ele e os nossos interesses humanos, entre ele e os nossos ganhos humanos, mesmos os familiares, não podemos, nem devemos titubear. Não devemos ter dúvida. Ocorre que nem sempre é assim. Na verdade muitos nem titubeiam, mas ao contrário, decidem rapidamente que o melhor mesmo é amar a casa, o comércio, o lazer, o prazer, o trabalho, a família. E Cristo, bom, Cristo que espere mais um pouco, esse pouco será quando todos os seus interesses humano - materiais forem realizados, esgotados, satisfeitos, aí talvez Cristo mereça sua atenção, que na verdade, é o resto, o sobejo, a sobra que ele está dando. Pergunto: Essa é uma pessoa cristã? Essa é uma pessoa convertida? Pode ser uma pessoa muito boa, caridosa até, mas está longe do Cristianismo.
Conforme o Evangelho de hoje Jesus não está preocupado se sua proposta é dura de aceitar, Jesus não está preocupado se sua proposta é violenta e não vai atrair muita gente. Ele não quer muita gente. Ele quer gente que não hesite em decidir por ele, pelo amor dele, pelo Espírito dele, pela proposta humano, cristã Dele, mesmo que para isso a pessoa tenha que cortar na própria carne, essa carne é a família.
Jesus não quer que nenhum filho ou filha odeie seu pai, sua mãe, seu irmão, sua irmã. Mas Jesus deseja que frente a uma escolha que temos que fazer entre ele e os nossos interesses humanos, entre ele e os nossos ganhos humanos, mesmos os familiares, não podemos, nem devemos titubear. Não devemos ter dúvida. Ocorre que nem sempre é assim. Na verdade muitos nem titubeiam, mas ao contrário, decidem rapidamente que o melhor mesmo é amar a casa, o comércio, o lazer, o prazer, o trabalho, a família. E Cristo, bom, Cristo que espere mais um pouco, esse pouco será quando todos os seus interesses humano - materiais forem realizados, esgotados, satisfeitos, aí talvez Cristo mereça sua atenção, que na verdade, é o resto, o sobejo, a sobra que ele está dando. Pergunto: Essa é uma pessoa cristã? Essa é uma pessoa convertida? Pode ser uma pessoa muito boa, caridosa até, mas está longe do Cristianismo.
Conforme o Evangelho de hoje Jesus não está preocupado se sua proposta é dura de aceitar, Jesus não está preocupado se sua proposta é violenta e não vai atrair muita gente. Ele não quer muita gente. Ele quer gente que não hesite em decidir por ele, pelo amor dele, pelo Espírito dele, pela proposta humano, cristã Dele, mesmo que para isso a pessoa tenha que cortar na própria carne, essa carne é a família.

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