Caríssimos irmãos o aspecto geográfico da Palestina marcado por grandes montanhas e vales, não suportava os tempos chuvosos sem que ficassem algumas erosões ou valas, como também conhecemos, valas essas traidoras das ovelhas que por ali passavam ou sozinhas, ou tocadas por seus pastores. Ao chegar ao aprisco e ao contar as ovelhas, o pastor dando pela falta da que ficou, volta e vai à procura e ao encontrá-la, coloca-a nos ombros e volta para casa cheio de alegria.
Quanto a moeda procurada com tanto cuidado pela mulher revela como Deus não quer perder nenhum dos seus filhos.
Quanto à terceira parábola nos faz pensar nas vezes em que somos chamados a atenção acerca de algo ou de alguma coisa, que estão na contra - mão de direção da nossa vida e da nossa dignidade. No entanto, todas as parábolas têm dois movimentos: da criatura para o criador e do Criador para a criatura. Verdade que nas cenas de hoje, no que tange à conversão do cristão o movimento inicial é sempre do Criador. É Ele que procura a moeda, é Ele que vai à procura da ovelha, é Ele que cobre de afagos e de beijos o filho que volta.
Importante é observar o que levou Jesus à terceira parábola. Ele a cria como resposta aos escribas e fariseus que murmuram sua ação de caridade e amor para com os pecadores e publicanos. O que se diz está obvio na reação do filho mais velho. "Eu nunca desobedeci a qualquer ordem tua, e tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos".
Há irmãos assim, há católicos assim, há evangélicos assim."Fazem tudo direito", e por isso se acham sozinhos dignos do amor do Pai. Há até quem encha o peito e em alta voz proclame, como sendo os únicos que se salvam, como se o sangue que o pastor derramou na cruz tivesse corrido em só uma direção. A salvação não é propriedade dessa ou daquela Igreja, dessa ou daquela religião. A salvação é um dom, uma graça que o Pai oferece a todos. A salvação é dada aos evangélicos, aos católicos, aos pais de santo, aos homossexuais, às prostituídas, aos negros, aos índios, em fim, é dada a todas as ovelhas que não recusam o convite do Pastor.
Diz Fernando Armellini: Os rabinos recomendavam: "Ninguém deve se juntar aos ímpios, nem mesmo para convencê-los a seguir a lei de Deus".
O filho mais velho não entra, fica de longe, não se mistura. Ele é "justo", ele é "santo", ele "não falha", "não erra". Por isso, fica fora, longe, e aí está o perigo desses espíritos e desses corações. Se acharem santos demais, justos demais, salvos demais e perderem a chance dada aos publicanos e pecadores. Perderem a festa da Salvação.
Quanto a moeda procurada com tanto cuidado pela mulher revela como Deus não quer perder nenhum dos seus filhos.
Quanto à terceira parábola nos faz pensar nas vezes em que somos chamados a atenção acerca de algo ou de alguma coisa, que estão na contra - mão de direção da nossa vida e da nossa dignidade. No entanto, todas as parábolas têm dois movimentos: da criatura para o criador e do Criador para a criatura. Verdade que nas cenas de hoje, no que tange à conversão do cristão o movimento inicial é sempre do Criador. É Ele que procura a moeda, é Ele que vai à procura da ovelha, é Ele que cobre de afagos e de beijos o filho que volta.
Importante é observar o que levou Jesus à terceira parábola. Ele a cria como resposta aos escribas e fariseus que murmuram sua ação de caridade e amor para com os pecadores e publicanos. O que se diz está obvio na reação do filho mais velho. "Eu nunca desobedeci a qualquer ordem tua, e tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos".
Há irmãos assim, há católicos assim, há evangélicos assim."Fazem tudo direito", e por isso se acham sozinhos dignos do amor do Pai. Há até quem encha o peito e em alta voz proclame, como sendo os únicos que se salvam, como se o sangue que o pastor derramou na cruz tivesse corrido em só uma direção. A salvação não é propriedade dessa ou daquela Igreja, dessa ou daquela religião. A salvação é um dom, uma graça que o Pai oferece a todos. A salvação é dada aos evangélicos, aos católicos, aos pais de santo, aos homossexuais, às prostituídas, aos negros, aos índios, em fim, é dada a todas as ovelhas que não recusam o convite do Pastor.
Diz Fernando Armellini: Os rabinos recomendavam: "Ninguém deve se juntar aos ímpios, nem mesmo para convencê-los a seguir a lei de Deus".
O filho mais velho não entra, fica de longe, não se mistura. Ele é "justo", ele é "santo", ele "não falha", "não erra". Por isso, fica fora, longe, e aí está o perigo desses espíritos e desses corações. Se acharem santos demais, justos demais, salvos demais e perderem a chance dada aos publicanos e pecadores. Perderem a festa da Salvação.

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