sábado, 30 de junho de 2012

XIII DOMINGO COMUM - FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

"Quem dizem os homens que eu sou"?
"Essa pergunta deve mexer com o nosso ouvido, nos intrigar, e responder não significa fazer teologia, catequese, ou mesmo um discurso teórico. Mas é antes de tudo interrogar o nosso coração, perguntar ao nosso espírito e perceber qual o lugar que Cristo ocupa no nosso coração, na nossa vida e nosso existir."

Responder obriga-nos a pensar no significado, na importância, significa inclusive, repensar, rever, a noção que, nós, neste instante temos acerca do Messias, se é uma noção conforme Jesus e o projeto que ele veio inaugurar, e que agora está em suas mãos; ou é uma noção conforme nossos desejos, anseios, desejos e anseios muitas vezes distantes desse projeto, o Reino de Deus.

A nossa participação em cada eucaristia só terá sentido se for na dimensão de  experimentarmos, sentirmos, entendermos o sentido exato, a maneira exata, o modo exato desse Messias ser. 

Fazer essa experiência não significa ficar numa contemplação estéril, alienada, inconsciente, mas testemunhar, humanizar, materializar. Um testemunho e uma humanização que tem sempre como referência o Messias, na pessoa do irmão.

Dessa maneira se revela um princípio de entendimento acerca do Messias. Eu disse princípio, porque estamos só começando. A vida inteira será o campo para crescermos na compreensão do Messias. Uma compreensão que vai além do aspecto intelectual, mas é algo que se mistura à fé e ao amor.


















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