“Quem crer e for
batizado será salvo quem não crer será condenado” Mc. 15,16.
Meus irmãos, partamos do prefixo deste versículo. Quem crer. Crer significa ir a Jesus. Mas ir como, em que condição? Com certeza, ir como discípulo, como discípula. Como discípulo e discípula que escutam que ouvem e que se deixam penetrar e envolver pelo que o mestre quer ensinar.
Meus irmãos, partamos do prefixo deste versículo. Quem crer. Crer significa ir a Jesus. Mas ir como, em que condição? Com certeza, ir como discípulo, como discípula. Como discípulo e discípula que escutam que ouvem e que se deixam penetrar e envolver pelo que o mestre quer ensinar.
Mas não é só ouvir, escutar, contemplar, mas, sobretudo e acima de tudo transformar o que ouviu o que escutou em gestos de fraternidade, justiça e solidariedade.
Gesto de justiça e solidariedade principalmente ao irmão que não foi irmão, ao amigo que também não o foi, para traduzir o nosso alcance à estatura de Cristo, como bem lembrou São Paulo hoje, num claro sinal de que nossa maturidade espiritual também se elevou.
Ser batizado significa ser
alcançado pelo Salvador. E uma vez alcançado, lavado, também transformado, curado,
santificado. Não é para isso que estamos aqui? Estamos aqui para experimentar este
batismo, estamos aqui para experimentar esta salvação.
Quem não crer será condenado. Meus irmãos Cristo não condena ninguém, Cristo não julga ninguém. Nós é que nos julgamos e nos condenamos a partir da posição e da decisão que tomamos diante Dele, contra Ele ou a favor de Dele.
"Pegarão em serpentes e se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal". Mc. 16,18.
Ninguém deve sair por aí pegando em serpentes ou escorpiões, só porque temos essa fala saída dos lábios de Jesus. É importante atentar para o instrumento simbólico do texto. Os animais nunca vão deixar de agir conforme a sua natureza, seus instintos e reações. Nós é que devemos agir diferente deles, ou seja, diante dos venenos dos nossos irmãos, sejam eles da nossa casa, do nosso trabalho, da nossa rua, do nosso grupo ou pastoral, não deixar que isso nos mate, nos humilhe, nos derrote. Para tanto, nos munirmos do antídoto. Mas o antidoto de um cristão ante a ofensa recebida, não é o ódio, vingança ou rancor, mas o AMOR proposto por Jesus na Cruz.
E é este mesmo antídoto, e é este mesmo amor que igualmente lhe ajudará a suportar os achaques, os venenos e as contrariedades que também lhes poderão atingir vindas do ponto de vista físico, psicológico, emocional e até mesmo espiritual.
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